sexta-feira, 3 de maio de 2013

Relacionamentos






Todo relacionamento começa baseando suas expectativas no amor na cumplicidade, na fidelidade, igualdade e na semelhança entre os objetivos pessoais, objetivos esses que para um relacionamento entre duas pessoas perdurar, devem ser partilhados, ou seja, um, deve ajudar o outro a alcançar seus objetivos e assim vice-versa. É logico que os objetivos não precisam ser parecidos, pois viver e conviver em um relacionamento é algo tão complexo, que requer uma profunda dissemelhança entre os indivíduos, pois com exceção dos egocêntricos, que adoram a si mesmos, ninguém quer viver com alguém tão igual a ponto de quando olhar na cara da outra pessoa reconhecer-se a si mesmo, como em um espelho.
Concordar vem do Latim CONCORDIA, “concórdia”, literalmente “corações juntos”, formada por COM-, “junto”, mais COR, “coração” é do sentido que a palavra tem em sua etimologia literal, que a maioria dos casais estão atrás desesperadamente. Concordar um com o outro é muito difícil, quanto mais evolui a sociedade quanto mais certas culturas se perdem: por exemplo, o do conchavo entre pais para decidirem com quem os filhos vão se casar. Isso se perdeu e, por consequência as relações feitas hoje, na democracia, dependem muito de muitos fatores, todos absolutamente incontroláveis e imprevisíveis que não tem em seu roteiro, a mínima previsão de conhecimento, de esclarecimento entre os indivíduos, de verdade pura e simples. Vivemos em uma democracia então devemos ser democráticos em todos os níveis. Porém não se pode negar que esses princípios ultrapassados como o “casamento arranjado” dava ao homem ou a mulher um conhecimento mais profundo um do outro, se sabia dados como quem era a sua família (candidato ou candidata), suas possibilidades, o histórico familiar entre outras informações que contribuíam para a união do casal e para que o amor fosse, construído, ao decorrer da convivência.
Hoje os casais se unem por amor e paixão, mas esses mesmos casais, se desfazem por ódio, traição, ambição, incompatibilidade, constatação da real personalidade de uma das partes, costumes e manias entre outras tantas justificativas. Todas elas são fruto das, não, analise avaliações de consequências ou possibilidades de dar certo, pensar no futuro, analisar os prós e contras.
Muitos dizem que: “Devemos viver o hoje, como se não houvesse o amanhã”, ou “ o amanhã a Deus pertence”. Porém essas pessoas deveriam saber, que essas frases são de origem romana, elas surgiram em um contexto de decadência, decadência do maior império ocidental da história. Será que seria ser moralista ou ético demais pregar uma maior racionalidade em relacionamentos para que assim eles tivessem um prazo de validade maior?
Autor: Jp.Neto

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sábado, 27 de abril de 2013

Polêmica!!!

 

Esta semana dedico ao Blog em falar de casamento gay. E coisas do tipo.

 

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O casamento gay é uma necessidade social mas o vocabulário correto seria união civil entre homoafetivos. Muito se fala sobre esse tema, mas a maioria prefere se posicionar em cima do muro, com um falso moralismo, outros, preferem agir de acordo ao seu pré-conceito mas não qualquer pré-conceito e sim, aquele “pré-conceituzinho”, que vive em eterno trabalho de parto dentro da consciência do individuo. Há aqueles que não são preconceituosos, pois conhecem a causa e se posicionam contra e por consequência são perseguidos e taxados de homofóbicos. Também há aqueles que se posicionam a favor, pois conhecem a causa e sentem-se na obrigação de intervir não só nesse mais em outros problemas que existem nesse mundo Gay.

 

clip_image007[4]O contrato que oficializa a união estável entre duas pessoas do mesmo sexo, já passou da hora de ser um Tabu no mundo dito, moderno, contemporâneo. É essa arrogância, essa pretensão de chamar a geração atual de moderna, pós-moderna, que nos conduz a pensamentos e atitudes cada vez mais primitivos. Falo do casamento, porém ha tantos outros temas que são ligados a nova classe social, agora oprimida e discriminada que tanto se organiza e que de ano em ano, fazem um carnaval fora de época em plena Avenida Paulista em São Paulo, justificando aquele evento de mais de 1 milhão de pessoas, como sendo um evento em prol da causa Gay ou melhor um evento contra a descriminação. Chaga-se ao absurdo de cogitar uma tributação uma alteração das leis tributárias para privilegiar essa maioria dita minoria. Daqui a pouco teremos cotas para pessoas que se assumem homoafetivas, em universidades e em empresas como para os negros e deficientes respectivamente.

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Falamos em igualdade mais o que se quer é dar privilégios a um determinado setor da sociedade. Hora não vivemos em um estado democrático de direitos (e deveres). Então porque os privilégios? Mas discutindo com a classe, percebi que o pensamento deles são que a sociedade heterossexual, moralista e tradicionalista, promove uma verdadeira segregação quando o assunto é homossexualidade. Eles não estão errados. Porem pensa assim também as entidades e organizações que vivem a busca de igualdade de direitos para negos e outros setores da sociedade que outrora foram oprimidos e desrespeitados.

 

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clip_image014[4]Igualdade é o debate. E é atrás desse direito que eles vivem atrás. Como uma pessoa que está correndo atrás do problema, não na frente, ou dele. É só recorrer a um raciocínio lógico. Buscar privilégios a uma determinada classe ou determinado setor social, não é buscar igualdade, mas sim privilégios. Por que então não criamos o Bolsa BMW (Bolsa Vinho Do Porto), ou cotas para brancos e amarelos ou cotas para heterossexuais. Sei que beira ao raciocínio primitivo, mais eu sou a favor de um Estado democrático de Direitos (oportunidades) e de liberdade de opinião e expressão, através dos meios de comunicação, nunca suscetíveis a censura para privilégios de certos setores político-sociais.

 

Dizer que não tem pré-conceito na maioria das vezes é ter pré-conceito de seus próprios julgamentos, conceitos e ações.

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