sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

A procura





 Viajei!
Procuro na música uma fuga.
Nas artes uma obra que me dignifique.
No direito a lógica.
Na poesia uma razão para viver.

Procuro na musica uma fuga,
Palavras que me façam esquecer...
Reviver momentos que nunca tive;
Momentos que me façam enfim livre.

Nas artes procuro a essência da vida
Um caminho prospero só de ida,
Um pintor que repinte a minha história
Agora com laços,
Traços e caminhos diferentes
Tudo mais colorido e menos abstrato

No direito procuro o direito de ser,
O direito de ter...
A logica, que me faça entender a ética atual.

Na poesia só razão pra viver.
Os versos que enfim revelem

O que tanto tento entender...

Autor: Jp.Neto




Não entendi porém como dizia Jesus: " e o messias falará através de parábolas"



OTHERS 















Realidade


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Imagem do chargista ANGELI








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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Ser ou não ser?

 

lixeira

Quer uma resposta.

Não ser ouvido ou notado é estressante. A pessoa diz que vai voltar e não volta, diz que vai fazer algo por você e não faz, ao invés de dar a mínima atenção a você, prefere estar ali do seu lado fingindo que está te ouvindo, dando a atenção, mas por dentro está em outro mundo, pensando em outra coisa, por hora mais interessante que você. Se sentir excluído, ultrapassado, é difícil, psicologicamente fica-se arrasado. Uma pergunta nessa hora passa pela cabeça: Será que sou tão desinteressante assim? E outra mais aguda como um prego, insiste em fazer escândalos dentro de nosso cérebro: Em que posso mudar para ficar interessante?

facebookremoverCabe a nós persistir no nosso modo de ser, (desinteressante e interessante, que seja!), ou nos moldarmos à gosto daqueles que não nos dão atenção, por talvez nos achar indignos de interesse, ou retribuir a agressão , vingar-se. Retribuir com a mesma moeda é uma opção. Válida ou não cabe julgar. Mas deve-se levar em consideração a possibilidade de você ser interessante, de você fazer coisas interessantes, falar de modo interessante, gostar do que é bom, ser uma pessoa boa e a outra pessoa, aquela que de certa maneira te ignora, estar errada: ser ela a desinteressante da história, quem realmente deveria pensar melhor, sobre a própria vida e suas inconsequentes atitudes.boneco

Mas por mais discretos que a gente seja, gostamos de sermos notados. Você pode não querer ser o centro das atenções diante de um publico desconhecido, em uma sala de aula, no metro, ônibus, porém você gosta de ser notado, gosta de receber atenção de quem te ama, como seus pais, amigos, filhos e tudo mais. Então, aparecer é uma necessidade, pois temos que nos destacar se queremos ser notados, seja pelos nossos amigos e parentes, seja pela sociedade em que convivemos. Não receber atenção, ser excluído não é normal é um sinal. Sinal que você tem que se empenhar mais e/ou que as pessoas a sua volta não te consideram parte da matilha, por algum traço do seu carácter - isso não implica que o teu jeito de ser e viver esteja errado. Cabe a você, se incluir em um dos dois grupos: os ultrapassáveis, ignoráveis exclusos e os dinâmicos a serem incluídos. Essa escolha cabe tanto para a face da tua vida que é profissional, quanto para a face da tua vida que é “pessoal”. Você pode ser excluído, colocado à margem, tanto no pessoal quanto no profissional. como-excluir-conta-do-facebook-2013

O problema não é ser deixado de lado, é sentir-se deixado. Desde cedo na escola aprendemos que para nos incluirmos temos que excluir alguém. Por exemplo: Na maioria das vezes aquele aluno novo, que chegou agora, é deixado de canto, tende a ser ignorado pelos colegas e amigos que convivem à mais tempo juntos, com o tempo esse aluno novo vai se enturmando,  ele é bonitinho, se tem um capital estético privilegiado, primeiro se enturma no grupo das meninas, mas, porém, entretanto..., homens por incrível que pareça, gostam de andar com homens, até o terceiro ano do ensino médio, é notável os grupos de meninas de um lado e o grupo de meninos de outro, andam juntos, falam as mesmas gírias, tem em comum algum gosto musical, estilo de roupa parecido, é uma separação quase muçulmana, esse, aluno novo, tem a necessidade quase que por extinto de formar amizades com outros homens, com propriedades especificas, quanto ao jeito de falar, de se vestir, o modo de pensar, de agir, até ai nada de novo. Você faz parte do grupo de meninos amigos, que o aluno novo quer entrar; a primeira coisa que ele faz é caçar como um leão aquele que se mostra mais fraco naquele grupo; e essa pessoa é a gente, fraca, que se sente excluída; então aproveitando-se da nossa condição, mesmo que sem maldade, quando pensa que não! Lá está o aluno novo, com os seus amigos, tirando sarro de você, fazendo com que o grupo à que você pertencia te exclua. Então sentir-se excluído é um problema sério ficamos frágeis e vulneráveis.

Como então não ser excluído? Como reagir? O que escolher? O grupo dos ultrapassáveis, ignoráveis exclusos, ou o grupo dos dinâmicos a serem incluídos? Essas perguntas eu nunca dar-te-ia resposta. Não sou guru!... Notou que no meio da argumentação coloquei a palavra “Carácter” com “c”? Aproveitando os nossos irmãos Lusitanos: a resposta para essas e outras perguntas, estão nas suas particularidades, naquilo que te dá personalidade, que lhe faz singular, nos valores morais e éticos que você adquiriu e assumiu para a sua existência. Cabe a você julgar. Fidelidade aos seus valores e àquilo que te torna único, suas características, é o primeiro passo para responder esses e tantos outros dilemas.

Jp.Neto

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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Ser Ou não ser? Eis a questão…


07-03-13_01
Como se fosse fácil...
Ela escreve praticamente o dia todo, as letras a rodeiam como se fossem essas criadas por ela. Maria desvenda as palavras como se soubesse de todas as manhas de todas as manias e as surpresas que as letras quando se juntam têm.
Escreve textos filosóficos, falando sobre sua vida sobre suas conquistas e emoções, ela se emociona e emociona os outros com esse dom, pois, isso nasceu com ela, também escreve sobre a sua mãe e o quão difícil é a política do governo. Tudo que sabe veio dos livros e tudo que é e aprende foi ou pode ser escrito. Ninguém sabe explicar como começa a imaginar a penetrar cada vez mais fundo no contexto e na imaginação com os textos de que Maria escreve.
Ah... Ela descreve, narra, disserta, compõe poesias e prosa com as palavras, as regras gramaticais, suas metáforas são como a luz para o entendimento, o livro para o saber... Para pessoas como ela, dizer algo sobre alguma coisa escrevendo é fácil... Maria, humilde, diz “que é difícil e tortuosa a linha que à leva a escrever todos os dias e quase sem parar”.
Ela sabe como uma história começa, porém não sabe como termina, pois em suas mãos o lápis dá vida às palavras, que dão vida a história que ela conta, histórias lindas sobre sua cidade, sobre seu pai, sobre a sua idade.
Nunca duvidem da capacidade de Maria, é a primeira em sua sala. Desde menina,  já na primeira serie sabia resolver equações do 2º grau, seus pais sempre souberam da sabedoria que aquele pequeno frasco continha em seu interior. Ela sabe como poucos os dados estatísticos sobre qualquer assunto, de economia à história, história, essa é sua matéria preferida: ela não só decorava datas, mas sabia tanto, que falava como se estivesse estado de corpo presente na segunda guerra mundial, no descobrimento do Brasil, na revolução industrial inglesa, na era dos dinossauros, nas eleições de 74 para presidente do clube do seu coração o Corinthians e na constituinte de 1988.
Agora, está ali sentada olhando pela fresta da janela, tentando sentir a breve e macia brisa que vem de lá, urlcom os ouvidos atentos para qualquer barulho, até um leve desembrulhar de uma balinha de menta... Mexendo as pernas impaciente, estressada...,  Maria olha para o quadro negro e vê que faltam apenas duas horas e meia para acabar a prova do ENEM:  ela ainda não teve uma ideia para começar a sua redação dissertativa argumentativa e, ainda lhe faltam 90 questões...
Diana TTorres





educação1
23-Divagação 01




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